da gravidez a maternidade..
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Toalhinhas pintadas à mão.. (e com pé também, porque não?)

No material da escola, na bolsinha das coisas de higiene, vai uma toalhinha por dia.

Comprei umas baratinhas e melequei as mãos (e os pés!) da içara com tinta para tecido e tchan, tchan, tchan!

Lindas e exclusivas!


E ela adorou participar!

Pé com Pé

Encomendas que a vovó RÔ trouxe de SalvadÔ e a gente amô!


Acordei com o pé esquerdo
Calcei meu pé de pato
Chutei o pé da cama
Botei o pé na estrada
Dei um pé de vento
Caiu um pé d'água
Enfiei o pé na lama
Perdi o pé de apoio
Agarrei num pé de planta
Despenquei com pé descaço
Tomei pé da situação
Tava tudo em pé de guerra
Tudo em pé de guerra

Pé com pé, pé com pé, pé com pé
Pé contra pé

Não me leve ao pé da letra
Essa história não tem pé nem cabeça

Vou dar no pé / Pé quente
Pé ante pé / Pé rapado
Samba no pé / Pé na roda
Não dá mais pé / Pé chato
Pegar no pé / Pé de anjo
Beijar o pé / Pé de meia
Manter o pé / Pé de moleque
Passar o pé / Pé de pato
Ponta do pé / pé de chinelo
Bicho de pé / Pé de gente
Fincar o pé / Pé de guerra
De olelha em pé / Pé atrás
Pé contra pé / Pé fora
A pé / Pé frio
Rodapé / Pé


(Palavra cantada!)

domingo, 14 de novembro de 2010

Içara já sabe barganhar..


Içara: "mããããããeeeeee, tetÊÊÊÊ!

Eu: "agora não filha.."

Içara: "pôtinhu, mãe..." (= um pouquinho mãe, com direito a gestual de pouquinho, dois dedinhos espremidinhos).

E agora é assim, tudo que nego, ela já tenta barganhar, conseguir o que quer, sem briga, sem choro.. só na esperteza de querer, mesmo que não seja "tudo" seja então um pouquinho...

e foi assim, que pedindo pra pintar "un pôtinhu, mãe..", e a mamãe também estava conversando no telefone com a vovó rô, só "un pôtinhu", que ela acabou assim:






sexta-feira, 17 de setembro de 2010

"buuuuuuu! ai tustu!"

essa é uma das brincadeiras preferidas da içara. fazer "bu" e ver a gente dizendo "ai, que susto" e vice-versa..

e hoje aconteceu o versa. Ela me deu um baita susto.

Entrou no banheiro e trancou a porta por dentro.

Eu não fiquei desesperada e tentei acalmá-la pedindo pra mexer na maçaneta. mas, ela mexia em cima e não no trinco. por um segundo me passou a idéia de chamar o chaveiro, mas ela começou a chorar e aí virei heroína de hollywood e dei três emburrões fortes na porta e ela se abriu, peguei minha amada nos braços e acalmei.

Tudo isso não durou nem 3 minutos, se bobear até menos, mas o desespero da gatinha foi grande.

E aí, fiz o que toda mãe moderna faz. postei no twitter e liguei pro marido pra contar. hehehehe..

porque essas coisas não acontecem todo dia!















E espero que não aconteça nunca mais! Haja coração!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

atualizando..

Gente,
a Içara está um doce. Uma boneca. Cada dia mais linda e sapeca. levada da breca.

Mas, eu ando tão corrida e sem tempo de entrar aqui e dedicar o carinho devido.

Prometo voltar aqui (ainda este mês) e fazer um texto decente com fotos e historietas de nossa pequena-grande-menina!


domingo, 29 de novembro de 2009

Como criar uma criança violenta..

copio e colo um texto da PR (Comunidade do orcuti, chamada Pediatra Radical, recomendo a todas as mães, pais e avós que querem contribuir com o desenvolvimento global da criança da família).

Esse texto é bacanérrimo e vale a pena propagá-lo.

Para o pediatra e professor Antonio Marcio Lisboa, é necessário convencer as autoridades de que o problema da delinquencia não está somente na pobreza, na miséria e na desigualdade social. Na avaliação de Lisboa, deficiências na estrutura e na convivência familiar são as principais causas desses distúrbios de comportamento. O professor explica que a personalidade de um indivíduo se estrutura aos 6 anos de idade. Sendo assim, uma maior atenção nessa época evitaria o crescimento da "semente da violência" nos adolescentes.

Na avaliação do especialista em educação infantil, Vital Didonet, da Organização Mundial para a Educação Pré-Escolar (Omep), a violência é uma cadeia de vários elos que se intercalam fortemente. A pergunta que fica, segundo o especialista, é onde interferir. A resposta, Didonet deu ao passar o vídeo Criança dá Trabalho - Eduque sem bater .

De acordo com ele, uma criança só aprenderá limites se os adultos que a educam os tiverem. A educação, lembra, constrói uma visão de paz por meio de valores.

- Pensar em quebrar a cadeia da violência é pensar em desenvolvimento do Brasil. Educação para todos, oportunidades de emprego, qualidade de vida - afirma Didonet.


Para Kramer, existe uma fórmula infalível para implantar na criança, rica ou pobre, o que eu denomino a ‘‘semente da violência’’, ou seja, predispô-la para se tornar um delinqüente. ‘‘Eis como você cria uma criança violenta: ignore-a, humilhe-a e provoque-a. Grite um bocado. Mostre sua desaprovação a tudo o que ela fizer. Encoraje-a a brigar com irmãos e irmãs. Brigue bastante, especialmente no sentido físico, com seu parceiro conjugal na frente da criança. Bata-lhe bastante.

Se isso tudo não resolver, coloque-a em frente à televisão e dê-lhe carta branca para assistir a todos os espetáculos violentos que haja em disponibilidade’’. Eu adicionaria: ameace-a, castigue-a, engane-a, minta-lhe, seja permissivo, ensine-a que o mundo é dos ‘‘vivos’’, vangloriando-se diante dela de atos de que deveria se envergonhar. Se isso não for suficiente, coloque-a em frente à televisão para assistir a novelas em que desestruturação familiar é mostrada como um ganho social, as safadezas, as imoralidades e os atentados ao pudor são mostradas como acontecimentos moralmente aceitáveis.

Hoje está sobejamente comprovado que a qualidade dos cuidados parentais que as crianças recebem nos primeiros anos de vida, desde a concepção, é de fundamental importância para sua saúde mental futura. É necessário que elas tenham a vivência de uma relação íntima, contínua e calorosa com suas mães (biológicas ou substitutas, que desempenhem o papel de mãe para ela), que seja prazerosa para ambos.

É essa relação nos primeiros anos de vida, enriquecida de inúmeras maneiras pelas relações com o pai, irmãos, avós, que os psiquiatras infantis, psicólogos e pediatras, julgam estar na base do desenvolvimento da personalidade, do caráter e da saúde mental. Considera-se ‘‘privação materna’’ quando, com ou sem a presença da mãe, a criança não encontra esse tipo de relação amorosa, atenciosa e segura. Entretanto, se alguém assumir o papel de mãe, tratando a criança com carinho, as manifestações da privação serão mais suaves.

referencia:

O SEU FILHO NO DIA-A-DIA

dicas de um pediatra experiente

dr. ANTONIO MARCIO JUNQEIRA LISBOA, professor dos pediatras

sexta-feira, 25 de julho de 2008

No capricho!


O pai da criança (finalmente!!) fez umas mudanças bacanas no blog! tá lindinho agora, né??

Estou com 22 semanas e 1 dia e segue foto do último dia 23, a família mais linda do mundo!!